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As regras não escritas das corridas de rua

7 de ago.
2 min de leitura

Recentemente fiz duas corridas de rua uma no interior de Pernambuco na cidade de Caruaru e outra na semana passada na Maratona Internacional em João Pessoa na Paraiba, fiquei observando o comportamento das pessoas enquanto corria e pensei será que as pessoas não poderiam ter um bom senso na hora da corrida?


Todo mundo fala de pace e tênis, mas o que realmente define se você vai ser amada ou odiada no pelotão é a etiqueta, né?


As clássicas você já deve conhecer: aquela emoção de largar sprintando e morrer no km 2, parar do nada no meio da pista pra amarrar o tênis e causar um engavetamento, ou pegar água e ficar plantada na frente da mesa travando todo mundo. Em prova cheia, isso é caos na certa.


Algumas que ninguém te conta mas fazem TODA diferença:


Deixa a esquerda livre. Se você vai correr mais leve ou intercalar com caminhada, fica mais pra direita. A esquerda é pra quem está vindo mais rápido.


Na linha de chegada, não freia pra selfie. Cruza, pega sua medalha e libera a área. A foto linda fica melhor 10 metros depois, sem 200 pessoas te atropelando por trás.


Fone no talo é furada. Tudo bem correr com música, mas se você não ouve o "dá licença" ou o batedor da ambulância, vira risco.


Copo no chão, não. Aperta o copinho e joga no lixo logo depois do posto, ou entrega na mão do staff. Voluntário não está ali pra catar seu rastro de 5km.


E a melhor regra brasileira: agradece. Um "valeu!" pros voluntários, um "estamos chegando " pra quem está do seu lado sofrendo também. Corrida aqui tem esse calor humano de esbarrão, sorriso, conversa no meio do perrengue, faz parte.


Como você trabalha com mentalidade de atleta isso conta muito - chegar cedo, resolver logística e banheiro com calma já é metade do preparo mental pra não largar estressada.


Qual foi a situação mais sem noção que você já viu numa prova?

 
 
 

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